
Encostaste-te em mim
como se eu fosse a muralha
que te descansa
que te segura.
Coloquei meus braços
em volta da tua cintura
como o mar
que abraça uma ilha.
Pousaste tuas mãos
nos meus braços
como o pôr-do-sol
que serena o entardecer.
Fechaste os olhos
e repousaste tua cabeça
no meu ombro
como quem se entrega na areia
para deixar penetrar o sol.
Passei meu queixo
pela pele de teu pescoço
e criaste espaço
como as espigas que se apartam
para deixar passar o vento.
Demorei meus lábios em ti
e encolheste-te em mim
como se não fossem um sonho
estas palavras
que lacrimejam como gotas
escorrendo no vidro do teu olhar.
como se eu fosse a muralha
que te descansa
que te segura.
Coloquei meus braços
em volta da tua cintura
como o mar
que abraça uma ilha.
Pousaste tuas mãos
nos meus braços
como o pôr-do-sol
que serena o entardecer.
Fechaste os olhos
e repousaste tua cabeça
no meu ombro
como quem se entrega na areia
para deixar penetrar o sol.
Passei meu queixo
pela pele de teu pescoço
e criaste espaço
como as espigas que se apartam
para deixar passar o vento.
Demorei meus lábios em ti
e encolheste-te em mim
como se não fossem um sonho
estas palavras
que lacrimejam como gotas
escorrendo no vidro do teu olhar.
7 comentários:
hum ... que bom , sentir um doce aperto ....
;)
Passei aqui para matar saudades... e ainda bem que o fiz! Que poema fabuloso.
Um beijo
Ainda que não se possa viver só de sonhos... é bom quando, através deles, continuamos a acreditar nas infinitas possibilidades de vida. Quanta sensibilidade por aqui!
Abraço.
E bem haja pelas suas visitas lá no marcas.
Quem não gostaria de um abraço assim?
Que bela imagem nos dá este poema...a isto se chama um abraço apaixonado.
doce e suave encanto
a suavidade de um abraço, feito poema.
beij
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