
Foto © Renato Corradi
olho-o… observo-o… contemplo-o…
e entro nele, deixando-me ir
no seu infinito de horizonte dissimulado
levado pela sua imensidão
perdendo-me nela
voluntariamente sem vontade
na expectativa de que me oiça
sem que tenha de lhe contar
e nas suas profundezas
possa abandonar
o que não é desejo esquecer.
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