
Foto © Svetlin Aleksandrov
A neblina que dissipa
o mar que acalma
o rio que serena
a chuva que abranda
as palavras que se apaziguam
a ataraxia da alma
a impassibilidade das emoções
a placidez do tempo
o relaxamento da ansiedade
a indiferença da madrugada
o esquecimento do eu
numa manhã imperturbável
de nevoeiro de lágrimas
a encobrir a verdade do sol
1 comentário:
É lindo o seu poema.
Sentires que se transformam em rios de luz!
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