
Foto © Marek Waskie
qual barcaça à deriva
balançando ao sabor
da magia e da maré
preso a limbos
arrastado por invernias
deixo uma margem
em busca dum cais
navegando sem leme
resisto a novas correntes
deixo tocar-me
pelo perfume de novas brisas
sou timoneiro de mim próprio
recuso imergir
para quando mergulhar
fazê-lo bem fundo!
resisto a novas correntes
deixo tocar-me
pelo perfume de novas brisas
sou timoneiro de mim próprio
recuso imergir
para quando mergulhar
fazê-lo bem fundo!
2 comentários:
o crepúsculo da imagem ilustra bem a alma crepuscular do poeta. um beijo.
Passos,
Gosto muito deste pema em que se percebe a esperança ou talvez mesmo a certeza de outros rumos.
Um beijo,
Milouska
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